sábado, 31 de julho de 2010

Nacionalismo em Espanha

O nacionalismo em Espanha não é apenas um sentimento, um projecto político, também é uma questão cultural e ideológica.
Nos últimos anos o nacionalismo foi abraçado por alguns, os quais encontraram ali terreno livre e foi, simplesmente, abandonado por outros que se refugiaram no projecto europeu, centralizado em Bruxelas e descentralizado nas regiões e nas opções políticas concomitantes.
Presentemente, a bandeira e os touros estão a ser abusivamente utilizados de forma a ajustarem-se a mais uma campanha a qual, de maneira semelhante a tantas outras, privilegia mais uma vez a contestação política.
Curiosamente a selecção espanhola de futebol deu recentemente uma lição cívica a todos os políticos defensores dos falsos nacionalismo, quando de forma simples e competente utilizou a bandeira do seu país como símbolo da territorialidade e da unidade, o touro como símbolo da força e da fúria e os adeptos como símbolo da vontade e da vitória.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Reacção tipica de um ditador

Fidel apareceu em público vestido com a sua famosa camisa verde (símbolo das grandes batalhas). Com esta demonstração recente, o ditador Castro, deixou o recado de que continua a ter peso nas decisões politicas em Cuba.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Parlamento Europeu

Para alguns (poucos) será apenas uma passagem para outros patamares políticos ?`
Para outros (muitos) será o fim do patamar de uma carreira politica ?
Para uma minoria será apenas um patamar (lógico) da carreira burocrática ?

domingo, 18 de julho de 2010

Simbolicamente

A conquista da paz, por vezes, mobiliza forças que só a razão explica/relativiza.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Mordaça

Modelo italiano critica a recente lei mordaça imposta por Berlusconi

terça-feira, 13 de julho de 2010

Festa em Madrid

Festa em Madrid na recepção aos campeões.
Em todos os lugares emblemáticas da cidade,
os madrilenos quiseram e fizeram a festa.
Madrid nesta festa histórica tornou-se, para o efeito,
a cidade de todos os espanhóis. Foi mais que a capital
do país, foi Espanha.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Espanha vencedora (Mundial sudáfrica 2010)

Espanha vencedora, selecção campeã, do campeonato do mundo 2010.
Para a história, na segunda-parte do prolongamento, golo de Iniesta.
ESPANHA 1 - HOLANDA 0

domingo, 11 de julho de 2010

Espanha unida pelo futebol

Aqui estão os elementos fundamentais:
- a bandeira - símbolo da territorialidade e da unidade;
- o touro - símbolo da força e da fúria;
- os adeptos - símbolo da vontade e da vitória.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Final - SOUTH AFRICA 2010

Aí está a final do Campeonato do Mundo de Futebol, edição 2010, pela segunda vez consecutiva apuraram-se duas selecções europeias.
De um lado os magos (Espanha), do outro a laranja mecânica (Holanda).
Dois futebois, com muitas coisas em comum.
Perspectiva-se então uma grande final, o Continente Africano e a África do Sul, em particular, merece-a.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

La Siesta

Digamos que é uma velha tecnologia que funciona em pleno.

domingo, 4 de julho de 2010

Maradona

Onde esteja, este homem mexe com as coisas. Umas vezes bem outras mal.
Consigo presente existe sempre noticia, por isso é tão amado e odiado pela imprensa.
Neste mundial de futebol Maradona esteve ao seu melhor nível e mostrou, que por vezes,
nem é necessário jogar para meter golos.
Utiliza, inteligentemente, a paixão e a emoção dentro das quatro linhas, confundindo assim
os seus adversários bem como os modelos e tácticas utilizados por estes.
Maradona mostrou, mais uma vez, que é um homem profundamente apaixonado pelo
futebol, por isso é um Campeão.

sábado, 3 de julho de 2010

Serviços mínimos cumpridos


Merecidamente, perdemos nos oitavos-de-final com a super Espanha (0-1).
Saímos do mundial com uma vitória, uma derrota e dois empates.
Ao todo metemos 7 golos (apenas num jogo - Coreia do Norte) e sofremos um, precisamente naquele em que não podíamos perder.
Como prevíamos, no final do jogo com a Espanha apareceram, de imediato, os justiceiros do costumo, armados com a habitual maledicência, com a língua faminta de fora e ávidos de vitimas.
No somatório de tudo não comprometemos e tivemos ao nível das nossas reais capacidades. Cumprimos com os serviços mínimos.
Olhando para os jogadores portugueses presentes, com uma ou outra ausência, estavam lá os melhores. Mas atenção, um aviso que aqui deixo, para haver qualidade tem que se apostar, atempadamente, na formação exaustiva de jovens futebolistas.
Em Portugal, sendo o país pequeno, a tarefa é sempre mais difícil e exigente.
Esta difícil missão terá que ser a nossa prioridade para os próximos anos, se estivermos interessados em, pelo menos, manter os níveis actuais competitivos da nossa selecção.