Esta é a nossa força
quinta-feira, 26 de abril de 2012
quarta-feira, 25 de abril de 2012
25 de Abril (sempre)
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Mário Soares tem razão quando hoje no jornal “Público”, a propósito do 25 de Abril, escreve que estão enganados aqueles que pensam que a responsabilidade da crise em que estamos mergulhados é nossa em virtude de termos andado a viver acima das nossas possibilidades. Soares não concorda e bem, argumentando que a responsabilidade é global e veio do “capitalismo de casino – de uma economia virtual e dos paraísos fiscais – que começando nos Estados Unidos se comunicou à União Europeia e, portanto, a Portugal – e antes á Grécia e à Irlanda – e depois à Espanha, à Itália e provavelmente à França, à Holanda e até Alemanha”. De facto a crise económica e financeira está a afectar, duramente, o estado social e concomitantemente a paz social.
Neste caldo global, exigem-se respostas também globalizadas, no sentido de conter as políticas (desastrosas) de austeridade levadas a cabo pelos governos neoliberais – infelizmente maioritários à escala europeia – que tem afectado as conquistas sociais, designadamente na saúde, educação, segurança social e trabalho.
Nesta perspectiva, espera-se reacção e sobretudo espera-se que aqueles que acreditaram nos verdadeiros valores do crescimento, equidade e da justiça social se mobilizem e organizem de maneira democrática e plural. Urge, então, encontrar as respostas mais adequadas.
terça-feira, 17 de abril de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Cultura numa encruzilhada (?)

sexta-feira, 13 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
1 ano (troika)

Portugal acaba de cumprir 1 ano de intervenção da troika. O resultado conseguido foi uma desilusão completa do ponto de vista macroeconómica. Pouco beneficiámos com o programa de intervenção acordada, ou melhor obtivemos uma ajuda financeira que foi direitinha para cumprirmos os nossos compromissos financeiros com a dívida. Pelo contrário consentimos que se realizassem ataques ferozes à vida real dos portugueses.
Ao fim de 1 ano os resultados foram os seguintes:
- Aumento significativo dos desempregados – com a agravante de muitos deles não terem acesso ao subsídio de desemprego – num ano ficaram sem emprego mais de 100.000 portugueses;
- Aumentos da emigração – os melhores (muitos) portugueses jovens saíram do país à procura de emprego;
- O PIB contraiu 1,6% e em 2012 prevê-se que contraia o dobro;
- A recessão contribuiu para que a divida pública supere já o valor total da economia;
- A ajuda externa permitiu que o país conseguisse ultrapassar o risco do incumprimento, todavia não conseguiu baixar a pressão dos mercados e concomitantemente as taxas de juro a 10 anos;
- As medidas de austeridade, negociadas como contrapartida das ajudas, consubstanciaram-se: (i) aumento da carga fiscal- fundamentalmente do IVA com reflexo nos bens essenciais; (ii) o preço dos transportes públicos que subiram, em média, 15%; funcionários e pensionistas que perderam os subsídios de férias e natal; o aumento (record) significativo do preço dos combustíveis.
Ao fim de 1 ano podemos também dizer que os portugueses, com salários médios inferiores, têm hoje que suportar preços médios de consumo superiores aos praticados pela grande maioria dos seus parceiros europeus. Portugal viu agravada as suas, evidentes, desigualdades sociais.
Positivamente, Portugal viu que as exportações aumentaram o que contribuiu para reduzir o défice comercial.
Ao fim de 1 ano os resultados foram os seguintes:
- Aumento significativo dos desempregados – com a agravante de muitos deles não terem acesso ao subsídio de desemprego – num ano ficaram sem emprego mais de 100.000 portugueses;
- Aumentos da emigração – os melhores (muitos) portugueses jovens saíram do país à procura de emprego;
- O PIB contraiu 1,6% e em 2012 prevê-se que contraia o dobro;
- A recessão contribuiu para que a divida pública supere já o valor total da economia;
- A ajuda externa permitiu que o país conseguisse ultrapassar o risco do incumprimento, todavia não conseguiu baixar a pressão dos mercados e concomitantemente as taxas de juro a 10 anos;
- As medidas de austeridade, negociadas como contrapartida das ajudas, consubstanciaram-se: (i) aumento da carga fiscal- fundamentalmente do IVA com reflexo nos bens essenciais; (ii) o preço dos transportes públicos que subiram, em média, 15%; funcionários e pensionistas que perderam os subsídios de férias e natal; o aumento (record) significativo do preço dos combustíveis.
Ao fim de 1 ano podemos também dizer que os portugueses, com salários médios inferiores, têm hoje que suportar preços médios de consumo superiores aos praticados pela grande maioria dos seus parceiros europeus. Portugal viu agravada as suas, evidentes, desigualdades sociais.
Positivamente, Portugal viu que as exportações aumentaram o que contribuiu para reduzir o défice comercial.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Google Art - plataforma virtual

domingo, 1 de abril de 2012
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