quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Israel - centro de direita ganha eleições

A organização politica de centro de direita “Kadima” ganhou as eleições, todavia sem a maioria absoluta, o "Likud" ficou em segundo lugar.

Hipi Livini, na foto celebrando a vitória, foi a grande vencedora e de imediato anunciou a necessidade da criação de um governo de unidade nacional. Netanyahu, o grande derrotado, irá ser convidado a participar no futuro governo.

Conclusão: a direita continuará a ter uma forte responsabilidade nos destinos de Israel.

I

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Israel e os indecisos

  • Hoje cerca de 5,5 milhões de eleitores elegem o Parlamento e contribuem, assim, para o futuro de um país e de uma região em permanente turbilhão social e político. Este acto eleitoral está a ser dominado, fundamentalmente, pelo medo de um potencial Irão nuclear e pela recessão económica que fustiga a economia globalizada. Curiosamente o problema Palestino encontra-se diluído neste processo eleitoral.

    As principias forças politicas concorrentes são as seguintes:

    - Likud, organização politica de direita, liderada pelo veterano Netanyahu (as sondagens prevêem 26 a 27 lugares);

    - Kadima, organização politica de centro de direita, liderada por Tzipi Livniu (as sondagens prevêem 23 a 25 lugares);

    - Ysrael Beiteinu, organização politica de direita radical, liderada por Avigdor Lieberman (as sondagens prevêem 18 a 19 lugares);

    - Laboralista, organização politica de centro de esquerda, liderada por Ehud BaraK ( as sondagens prevêem 14 a 17 lugares);

    - Outros, diversos partidos pequenos que se prevê que possam obter cerca de 40% dos lugares.

    Olhando para as sondagens e fundamentalmente para os resultados que se prevêem para os pequenos partidos (40% dos lugares), compreende-se a amplitude das tendências de uma parte significativa dos votantes. Esta realidade pode significar, que nos dias de hoje, a sociedade israelita se encontra de alguma forma dividida.
    O homem da direita Netanyahu e já com as urnas praticamente abertas, leva uma ligeira vantagem sobre o candidato de centro de direita. Perspectiva-se, nas circunstâncias, que os indecisos terão uma palavra importante na decisão final.

    Poucas proposta e muitos ataques mútuos sobre a forma como deve ser exercido o cargo de primeiro-ministro. Alguns especialistas vaticinam que a saída seja a constituição de um governo de unidade nacional que permitirá
    enfrentar o programa atómico iraniano e as sequelas da crise económica
    .


sábado, 7 de fevereiro de 2009

Invasão israelita a Gaza













O mundo não tem descanso ou melhor certo mundo não quer que se descanse.

Factos: Israel invadiu Gaza com aparato bélico e humano significativo. As televisões, de todo o mundo, mostraram-no em directo. Bombardeamentos e vitimas civis indefesas. O Hamas no poder e nas circunstâncias, reforçou a sua imagem perante a opinião pública – vitimizou-se.

Como disse, a opinião preparada, os israelitas acabaram deste modo por legitimar os radicalistas palestinos. As forças em presença eram manifestamente desiguais: por um lado as tecnologias bélicas mais avançadas do mundo; do outro lado a determinação das milícias islamistas.

Há quem diga que este ataque foi também um primeiro aviso, de certas forças belicistas, a Barack Obama . Este foi avisado e logo que tomou posse respondeu e enviou alguém a Israel com o objectivo de vir a conseguir no futuro entendimentos sólidos entre israelitas e palestinianos.

Esperemos que sim, que o entendimento se faça. Será um salto (positivo) importantíssimo para o mundo.





sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

A vida na Palestina

A livraria "Traficante de Sonhos" em Madride, inicia hoje até 26 de Fevereiro uma
exposição fotográfica sobre a vida, durissima, nos territórios ocupados.
(A não perder - www.traficantes.net)

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009