
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
Cadernos de Lanzarot
"Somos a memória que temos e a responsabilidade que assumimos.
Sem memória não existimos, sem responsabilidade talvez não mereçamos existir."
sábado, 21 de janeiro de 2012
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
A cor de pele de Beyoncé
Beyoncé é uma profissional da canção de origem afro-americana que acaba de promover o seu quarto álbum (a fotografia do lado esquerdo é a capa do novo álbum). Na fotografia pode-se ver a artista com uma cor de pele mais branca do que é normal. Seja pelos holofotes ou então pelos retoques fotográficos.
O resultado está a ser entendido como uma forma de dissimulação dos traços raciais da artista. Para alguns é também considerado um mau exemplo para muitas jovens em igualdade de circunstâncias.
A questão fundamental prende-se com o facto de se saber se tudo isto foi feito de forma deliberada.
O resultado está a ser entendido como uma forma de dissimulação dos traços raciais da artista. Para alguns é também considerado um mau exemplo para muitas jovens em igualdade de circunstâncias.
A questão fundamental prende-se com o facto de se saber se tudo isto foi feito de forma deliberada.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Memória histórica
A memória histórica é fundamental (essencial) para uma nação, o seu povo e as suas instituições se respeitarem, se organizarem e evoluírem. Por isso se aceita o princípio de que o presente e o futuro só poderão ser correctamente avaliados e perspectivados se o passado estiver presente nessa mesma avaliação. Nesta perspectiva a memória histórica assume importância determinante.
Vem isto a propósito do artigo de Vasco Pulido Valente publicado no jornal Público de 15/01/2012, com o título “a memória de um povo”, em que o autor chama a atenção das últimas obras publicadas por Mário Soares (Um político assume-se), Carlos Brito (Álvaro Cunhal, sete Fôlegos de um Combatente) e Francisco Teixeira da Mota (Henrique Galvão, um herói Português) e a importância que as mesmas têm para ajudar a entender e compreender melhor os períodos da ditadura (salazarismo) e do PREC.
Hoje a tendência do leitor é como diz VPV a de este “se ficar sempre à distância da atmosfera e mesmo da realidade do passado”. Diz ainda VPV que “a memória conta. Um povo sem memória é um povo sem destino”.
Vem isto a propósito do artigo de Vasco Pulido Valente publicado no jornal Público de 15/01/2012, com o título “a memória de um povo”, em que o autor chama a atenção das últimas obras publicadas por Mário Soares (Um político assume-se), Carlos Brito (Álvaro Cunhal, sete Fôlegos de um Combatente) e Francisco Teixeira da Mota (Henrique Galvão, um herói Português) e a importância que as mesmas têm para ajudar a entender e compreender melhor os períodos da ditadura (salazarismo) e do PREC.
Hoje a tendência do leitor é como diz VPV a de este “se ficar sempre à distância da atmosfera e mesmo da realidade do passado”. Diz ainda VPV que “a memória conta. Um povo sem memória é um povo sem destino”.
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