segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Convenção Democrática (eleições) - O CANDIDATO

Foi um Bill Clinton em grande forma que apareceu na Convenção Democrática.
O que se preendia era  eleger Obama como candidato democrático para as próximas eleições  Presidenciais Americanas. O que se pretendia era credibilizar a imagem do candidato  democrático (2º mandato)  - bastante fustigada por um 1º mandato dificil e comprometedor pelos maus resultados económicos e sobretudo pelos níveis elevados de desemprego alcançados.
Bill Clintom conseguiu os objectivos da Convenção - foi a imagem credível -  transmitiu uma imagem de esperança.
Bill Clinton, foi o candidato da noite. 

domingo, 9 de setembro de 2012

CR7

Sabemos que o futebol é um jogo coletivo mas que nos momentos decisivos – sobretudo nos movimentos de concretização - depende dos rasgos individuais, nos casos do Barcelona (Messi) e do Real Madrid (Ronaldo).
Ultimamente, Cristiano Ronaldo tem manifestado tristeza em campo quando não festeja a marcação dos seus golos com os seus colegas de equipa. Diz Ronaldo que as pessoas dentro do Real Madrid sabem da razão da sua tristeza e das causas do seu comportamento.
A questão é simples e Ronaldo, ao contrário do que se diz e escreve na maioria da imprensa espanhola, tem razão.
Cristiano pensa que o clube onde joga o deveria tratar da mesma forma que o clube do seu principal rival Leonel Messi, i/é, devia dar-lhe o mesmo apoio.
Acontece que o Real Madrid não o faz e não o faz porque não consegue gostar de Ronaldo como o Barcelona gosta de Messi. Em última análise o Real Madrid não está tão organizado e preparado quanto o Barcelona.
Chegados aqui, assinala-se também a questão da importância da educação e da formação dos desportistas de alta competição e do seu acompanhamento e assessoramento – curiosamente Mourinho no Real Madrid já o compreendeu há muito tempo.

domingo, 2 de setembro de 2012

Eleições americanas (a 2 meses)



As sondagens mais recentes dão um empate técnico.
De um lado um republicano (Mitt.Romney)do outro um democrata (Barack Obama.

As diferenças nas propostas dos candidatos nunca foram tão grandes -  são abissais:

- Um candidato republicano hiper-radicalizado e que encarna hoje o ultraconservadorismo refletido nas suas propostas eleitorais – acabar com o serviço público de saúde, introduzir na Constituição a proibição do aborto, a obrigação de se exibir publicamente os Dez Mandamentos, excluir no discurso do Estado a preocupação com as alterações climáticas e finalmente diminuir ao mínimo a intervenção do Estado, com exceção (claro) na defesa (chocante e de certa forma provocador;

- Do outro lado, um candidato democrático - atual Presidente, tendo este fato um peso eleitoral muito importante – que é justamente o contrário e que defende um estado moderno mais interventivo e integrador.

Obama tem a sua imagem desgastada por um mandato terrível em que as crises se sucederam umas às outras sem interrupção.
Mas o Mundo transformou-se, em alguns casos muito e para melhor, o que por si só significa para o futuro mais exigência, competência e moderação.
O eleitorado americano está estabilizado, o que Obama tinha para perder já perdeu, resta-lhe convencer os indecisos e para isso o seu forte carisma muito irá contribuir para o seu sucesso, sendo esse também o desejo (forte) da maioria das forças democráticas do mundo.

 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Fragmentação da Eurozona (*)


Simbolicamente a rutura do Euro será como uma paragem cardíaca e desse ponto de vista as consequências são imprevisíveis – no limite mínimo as consequências serão sempre muito violentas.
Pode ter-se chegado à conclusão de que a chamada EUROZONA não é sustentável – e nessa medida seria melhor que rapidamente a Europa tratasse da sua separação.
Nesta perspetiva faz todo o sentido perspetivar quais as consequências negativas e positivas da hipotética separação:

Negativas

Em primeiro lugar - Se a Eurozona se fragmentasse, provavelmente, isso seria também o fracasso da Europa como mercado único e concomitantemente a União Europeia poderia também desaparecer;
Em segundo lugar - a livre circulação de pessoas e bens seria interrompida o que levaria a consideráveis desajustamentos monetários e consequentes tensões financeiras;
Em terceiro lugar – o desemprego aumentaria desenfreadamente e os serviços bancários e de seguros sofreriam fortes restrições;
Em quarto lugar – as economias mais débeis tudo fariam para impedir a fuga de capitais para o exterior, ao mesmo tempo que as mais fortes tentariam impedir a sua entrada excessiva – na prática aumentariam os controlos com as consequências negativas daí decorrentes, designadamente no que diz respeito ao regular funcionamento dos bancos e mercados financeiros;
Em quinto lugar – Através dos ajustamentos monetários e cambiais serão geradas novas pressões inflacionistas;
Em sexto lugar – O regresso em grande força ao protecionismo comercial e financeiro;
Em sétimo lugar – Aumento das insolvências e das falências;

Positivas

Em oitavo lugar – ao serem remetidas para as suas moedas nacionais, as economias mais débeis recuperariam o controlo de uma vasta gama de instrumentos de controlo financeiro, o que lhes daria muito mais autonomia decisória;
Em nono lugar – passarem as economias mais débeis a controlar mais eficazmente o crescimento económico e a criação de emprego;

(*) fonte jornal El Pais – baseado no pensamento e vozes respeitáveis como as de Nicolas Berggruen, Mohamed A. El-Erian e de Nouriel Roubini.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A 5ª visita da Troika



Hoje chegam os controladores (mor).
Como sempre (todos) de sapatos pretos e blazer azul. Como sempre com pressa, sempre com um “ar” discreto e (aparentemente) decidido. Como sempre trazem uma agenda cheia - reuniões e mais reuniões de…. trabalho. Resultados (?), como sempre não se esperam grandes novidades – TUDO SOB CONTROLO, dirão no fim.
Agora aquele que está a criar algumas expectativas é, sem dúvida, o senhor que aparece na foto (acima) junto à porta e de boné verde. O que pensará ele, terá alguma novidade(?).

A ver vamos….

 

domingo, 26 de agosto de 2012

Neil Amstrong

Neil Amstrog morreu hoje com 82 anos de idade. Deixou-nos o legado de de ter sido o primeiro homem a pisar a Lua.