quarta-feira, 29 de abril de 2009

100 dias de MUDANÇA

Texto/09/96
Carcavelos
A maioria dos americanos (68%) confia no seu presidente. Estes são os resultados alcançados por Barack Obama nos seus primeiros 100 dias de governação.

A sondagem realizada pelo The New York Times mostra como Obama mantém intactos os seus níveis elevados de popularidade e assim continua na crista da onda. Os americanos confiam e de certa forma exigem, que o seu presidente consiga ultrapassar a crise e assim construir um futuro brilhante.

Como prémio, o Congresso está praticamente a chegar a um acordo (histórico) para aprovação da reforma sanitária submetida pelos democratas. Esta é seguramente a peça legislativa mais importante até agora apresentada.

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades

Texto/09/95
Carcavelos
Vem isto a propósito da jornada laboral máxima das 65 horas semanais. Esta proposta tem cerca de 5 anos e vem sendo discutida entre os representantes do Parlamento Europeu e dos 27 estados membros da UE. Não foi possível chegar-se a acordo e desta forma continuará em vigor a legislação que prevê que se possa trabalhar até as 75 horas semanais desde que haja acordo entre as partes í/é empregados e empreendedores.

Quando a proposta das 65 horas foi pensada e desenhada e finalmente posta à discussão o paradigma existente era o de uma Europa Social cuja matriz fundamental assentava na igualdade económica e social dos membros da união. Dito de outra forma pensava-se e desejava-se, entre outras coisas, que não houvesse uma união a duas velocidades.

Por outro lado, a crise veio agravar todos estes problemas porquanto instalou um manto de prioridades fundamentais em detrimento de outras não consideradas prioritárias. Estas, por sua vez, com o tempo e as circunstâncias tem tendência a ser esquecidas.

É caso para dizer,
mudam-se os tempos, mudam-se as vontades.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Contradições suínas

Texto/09/94
Carcavelos


A gripe suína ao globalizar-se terá tendência para agravar os problemas sociais e concomitantemente a crise financeira e económica instalada a nível mundial.
Mas esta constatação “tão evidente” tem ao mesmo tempo tendência a tornar-se aparente, justamente, a partir do momento que entrar no jogo da epidemia a indústria farmacêutica. Mais uma vez e numa escala global, esta poderosa indústria gerará biliões com o negócio e assim estará a criar condições para se injectar dinheiro fresco no débil sistema financeiro internacional.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

A magia do livro

Mensagem/09/93
Carcavelos
Depois da crise e do desmoronar das ambições e ilusões
Depois da “perda” de alguns “amigos”
Ficaram os LIVROS e com eles, de novo, as ilusões

de um mundo melhor e DIFERENTE

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Eleições África do Sul

Texto/09/92
Carcavelos
Um país de 23 milhões de eleitores vai a votos.
Para o efeito, estão distribuídos pelo país 20.000 centros
eleitorais, que compreendem 97.000 urnas.
Para acompanhar o acto estão preparados: 215. 000 agentes de
autoridade; 4900 observadores ( 355 internacionais) e 358 diplomatas
acreditados.
Partido vencedor, perspectiva-se que seja o ANC (o partido de Mandela) com um resultado de 60 a 67%.
Novo presidente o líder do ANC, Jacob Zuma, casado com a particularidade de ser com
duas mulheres.

terça-feira, 21 de abril de 2009

Tortura

Texto/09/91
Carcavelos

Nos tempos que correm a CIA é mais importante que nunca. Vou proteger o vosso trabalho com a mesma força e energia com que vocês defendem o país. Obama aproveitou ainda o encontro com os trabalhadores da CIA para insistir na sua decisão de fazer público os relatórios sobre torturas e reiterar a proibição dos métodos de tortura.

A nomeação, pelo Presidente, do director da CIA (Leon Panetta), foi um acto muito contestado pelo Senado em virtude da falta de experiência de espionagem do mesmo. Durante a sua confirmação pelo Congresso Panetta afirmou que a CIA que ele vai dirigir trabalhará sempre de acordo com as ordens executivas estabelecidas pelo Presidente.
Afirmou ainda que não levará a julgamento os agentes que a seu tempo usaram técnicas de tortura autorizadas pela casa branca entre 2002 a 2005. Se cumpriram com a lei não irão a julgamento.