sábado, 10 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Venda de automóveis (comportamentos) II
De acordo com o jornal “El País” de 3/09/11, os ricos nesta situação de crise estão a mudar de automóvel com mais frequência.Conta-se que no crash de 29, quando a bolsa de Nova York se afundou, todas as sociedade cotadas em bolsa constataram que o papel das acções representativas valia mais que a dos seus próprios valores inscritos.
Todas não, as sociedades de cosmética conseguiram, na altura, salvar-se da hecatombe. Diziam então os entendidos que para o luxo nunca há crise.
Desta vez está acontecer o mesmo com os automóveis de gama alta. Ao que parece, por essa Europa fora, as marcas famosas/caras, em alguns casos, manteve-se o nível das vendas(Rolls e Bentley), em outros aumentou (Porsch + 36,8%).
Todas não, as sociedades de cosmética conseguiram, na altura, salvar-se da hecatombe. Diziam então os entendidos que para o luxo nunca há crise.
Desta vez está acontecer o mesmo com os automóveis de gama alta. Ao que parece, por essa Europa fora, as marcas famosas/caras, em alguns casos, manteve-se o nível das vendas(Rolls e Bentley), em outros aumentou (Porsch + 36,8%).
Conclusão: Para os verdadeiros ricos nunca há crise.
Venda de automóveis (comportamentos) I
Em CRISE a venda de automóveis comporta-se diferentemente consoante o tipo de consumidores:(1) O consumidor da classe média, normalmente compra modelos da gama baixa e média, opta por não trocar de automóvel, isto é, não compra; (2) O consumidor classe alta, que compra modelos de gama alta, opta por trocar mais vezes de automóvel. Porque será, então, que os ricos em tempo de crise mudam e compram mais automóveis? sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Um par de botas (esquecidas)
domingo, 28 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Muamar Kadafi (e depois?)
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