quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2015 - GRANDES ESCOLHAS


Chegámos ao fim de um ano, uma vez mais, bastante difícil.

Certamente, o mais duro dos últimos 40 anos.
Mais duro, na nossa opinião, no que diz respeito: (i) ao comportamento debilitado da economia: (ii) aos níveis elevados de desemprego;(iii) ao acréscimo das desigualdades sociais, com reforçado aumento das diferenças entre ricos e pobres; (iv) destruição da classe média, com acentuada quebra do poder de compra desta; (v) saída maciça para o estrangeiro dos mais jovens e mais bem preparados profissionalmente; (vi) generalização da apatia e descredito social; (vii) crise nas principais instituições políticas nacionais; (viii) instabilidade nas instituições europeias.

De positivo assinala-se: (iX) o fim da intervenção directa da Troika, com as consequências implícitas na gestão corrente da política económica portuguesa; (X) o fim da deriva liberal (infelizmente) instalada na maioria governamental; (Xi) o despertar com a consciencialização progressiva da sociedade das causas principais do mau estar instalado na sociedade portuguesa; (Xii) o aparecimento de propostas alternativas.

2015 será um ano difícil, seguramente um ano diferente e desafiante e certamente um ano propício para GRANDES ESCOLHAS.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Acerca do mapa futebolístico nacional


Se a lógica competitiva da maioria dos nossos campeonatos de futebol, nos diversos escalões e categorias, tivesse relacionamento directo com a população do país, com o número de adeptos e espectadores efectivos nos estádios, com as infraestruturas existentes, com o fosso económico e social existente entre o interior e o litoral e finalmente com as potencialidades económicas reais do país - sobretudo estas - provavelmente teríamos um mapa futebolístico nacional distinto. 
Como mais distinto seria ainda se tivéssemos objectivos estratégicos convenientemente suportados e sustentados em políticas desportivas adequadas e concomitantes. 
Ao invés, temos uma proliferação e um excesso de competições apanágio de um país sociológico e futebolístico diferente, só explicável pela lógica dos interesses instalados e pelo facto de sermos, decididamente, um povo alienado pelo futebol e  portanto mais facilmente manipulável.    

Balet narrativo


A Companhia de Bailado do Teatro de Bolshoi de Moscovo, estreou a passada sexta-feira em Montecarlo, uma nova proposta a que designou de "balet narrativo".
Aqui fica registada uma imagem da evidente beleza da nova proposta. 

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Acerca da geração automóvel


Depois da segunda guerra mundial - a partir dos anos 50 - o automóvel evoluiu de uma forma fascinante e vertiginosa. Comparando os automóveis de então, com os da actualidade, o fascínio justifica-se e recomenda-se. 
Cuba fruto do bloqueio económico instaurado pelos EUA , ainda hoje, mantém uma frota considerável de automóveis americanos (1ª geração). 
A foto aqui apresentada reflecte justamente essa 1ª geração de veículos. 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Apreciação do Dólar (Quem ganha ou perde?)


Na segunda metade de 2014 a apreciação do dólar foi menos referenciada do que a descida do preço do barril de petróleo. Uma das razões para essa ocorrência teve a ver com o facto de a baixa de quotização do petróleo (115 para 58 dólares – quase 50%) ter sido muito mais notória do que a perda do euro (1,4 para 1,25 dólares por euro – 10% menos).O fraco crescimento económico da zona euro foi a razão encontrada para justificar a situação.
Ao invés algumas divisas emergentes - caso do rublo Russo, em particular – sentiram um forte abanão, o que veio a ser exemplificado pelo descontrolo verificado no país dos czares.
Para os países emergentes, a quotização das matérias-primas, e em particular do petróleo vai em sentido contrário ao do dólar – moeda referência das trocas.

Nas moedas indígenas os efeitos podem inclusivamente ser neutros, justamente pelo efeito do aumento das exportações – contribuindo assim para um fortalecimento cambial.

Inteligência artificial


No futuro será a principal ameaça?
Alguns cientistas manifestaram preocupação com o futuro, em virtude de as 
máquinas poderem vir a ser mais inteligentes que o homem e assim tomarem o controlo das coisas.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Os Simpson - Aniversário


Faz hoje 25 anos que apareceram pela primeira vez na televisão americana os Simpson.
A Homer, Bart, Marge, Lisa e Maggie, aqui fica o nosso registo apreciador.
(ver videos alusivos)