domingo, 14 de novembro de 2010

Brincar com o fogo

Como sabemos a crise financeira em que nos encontramos mergulhados teve a sua origem nos Estados Unidos da América, mais propriamente junto dos seus mercados financeiros - a crise do crédito hipotecário de alto risco, o chamado subprime, que teve inicio no verão de 2007 e que culminou (estourou) no banco norte-americano Lehman Brothers em 2008 .

Rapidamente alastrou-se ao continente europeu e assim atingiu o, frágil, mercado financeiro português. Há quem diga que os efeitos não foram mais violentos porque o poder financeiro aquisitivo português se encontrava debilitado o que, de certa forma, limitou o acesso (apetite) aos “activos tóxicos”.

Outros, bem mais envolvidos, como a Alemanha, França e Inglaterra foram muito mais atingidos. Por isso, tem que recuperar o terreno perdido (leia-se tem que ganhar rapidamente o que perderam) e com essa postura rígida, mais uma vez, não olham a meios para atingirem os seus fins.

Os mercados financeiros, tão falados ultimamente, estão dominados por esta postura e a nós pouco nos resta, a não ser equilibrar as contas e não brincar com o fogo.

Arte de baixo consumo

A modelo posa tranquilamente sobre uma obra arte devidamente iluminada.

O desfile, em que se encontrava integrada, fazia parte do Festival i Ligth Marina Bay, iniciativa recentemente realizada em Singapura.

O evento pretendeu promover o consumo responsável de energia.


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Afeganistão (Eleições)

O registo, algures, num qualquer caminho montanhoso do Afeganistão, um burro transporta as urnas destinadas ao processo eleitoral (recente).
Imagem, insólita, que nos remete (compensatoriamente) para a mensagem do poeta - ... o caminho faz-se caminhando... .

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

O espelho encantador

O conteúdo da imagem está para além
da silhueta feminina,
que é, no contexto, secundária.
O cerne está no reflexo da cor na chuva.
Chuva que aqui funciona como espelho encantador.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Repulsa e profunda tristeza

Repulsa e profunda tristeza é o sentimento neste momento pela situação de SaKineh Mohammadi Ashtiani, de 43 anos, de nacionalidade iraniana e mãe de dois filhos que em 2006 foi condenada à morte (apedrejamento) por “crime de adultério” – alegadamente por ter tido relações sexuais com dois homens depois da morte do seu marido. Esta hedionda condenação foi, na altura, veementemente criticada em todo o mundo.
Mais tarde foi acusada de ter sido cúmplice no assassinato do seu marido e desde então permanece presa numa prisão de Tabris, no norte do Iraque.
As autoridades do seu país acabam de condená-la à morte (enforcamento) esta quarta-feira.

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